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Ato banal de viver

Existem diversos tipos vidas em nosso planeta, uma destas é a humana.
Existem animais que são guiados por instintos naturais. Alguns mamíferos, ao nascer, rapidamente conseguem se locomover sozinhos, correr, saltar se esconder. Mas não ocorre com todos, não ocorre com os humanos!

Nós humanos, somos completamente dependentes, quando nascemos não conseguimos nos alimentar sem ajuda. Não temos força física para sequer chegar ao peito da mãe, muito menos nos locomover.

Somos bípedes, seres que se locomovem sobre os membros inferiores, os pés. De forma que, por termos as mãos livres, aumentamos nossa capacidade de mudar os ambientes em que vivemos.

Frágeis não somente quando nascemos, mas também na idade adulta. A necessidade de se unir para a sobrevivência da espécie foi fundamental. O ser humano está na face do planeta por milhares de anos por viver em sociedade.


O que nos diferencia dos outros animais é a capacidade que temos de entender o mundo, a capacidade de interpretar o ambiente, a capacidade de modificar o local em que vivemos. Modificar para a sobrevivência.

Somos os únicos seres que sabemos que iremos morrer. Nenhum outro animal é capaz de ter tal consciência. O instinto natural do homem é terrível, é egoísta, maldoso, foi preciso criar regras para que não transformasse o que consta no livro Leviatã de Tomas Hobbes, escrito no ano de 1651, a “guerra de todos contra todos”.

É preciso que faça com que essa capacidade de medir, capacidade de razão seja utilizada para um fim. É preciso que sua vida não seja fútil, torpe, banal. Utilize essa capacidade para modificar seu ambiente, para um futuro melhor, não seja uma bactéria do mundo. Deixe um legado, trace uma linha, uma razão para sua vida.

Eu, quando morrer, gostaria que as pessoas sentissem… gostaria de deixar muitas ideias, muitas ações concluídas, um ambiente melhor.

Literalmente conforme nos ensina Benjamin Disraeli “a vida é muito curta para ser pequena”, não podemos perder tempo. Assim como indaga o professor Mario Sergio Cortella em um de seus livros, “Se morresse agora, que falta faria”?

Vale refletir!

Portanto faça valer sua existência, sua razão, sua consciência. Faça valer o privilégio da vida e a capacidade de entendê-la.

Dione Castro

É administrador de empresa, estudante de gestão empresarial pela Fatec, graduado em direito e um eterno curioso.

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