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Hábitos

A neurociência explica que o cérebro busca sempre um ‘modo de funcionamento padrão’ como forma de economizar energia. O modo de funcionamento padrão seria algo da ordem do automatismo e do hábito, como ‘ligar o piloto automático’.

Repetição

Assim se formam os hábitos. A partir da repetição de determinados comportamentos, pensamentos, ações, criam-se as redes neurais para a manutenção do padrão, ou seja: quanto mais frequentemente você realiza uma ação ou se comporta de determinada forma, mais ela fica conectada ao seu cérebro, inclusive, fisicamente.

Qualidade adaptativa

Ao mesmo tempo em que o hábito pode ser aprisionador, a capacidade de criar hábitos e automatizações é uma qualidade adaptativa do cérebro conhecida como neuroplasticidade (sobre a qual esta coluna já comentou. )
A neuroplasticidade indica que pelo mesmo caminho que instalamos manias e vícios (vícios são considerados hábitos danosos), podemos instalar bons hábitos e criar novas redes/conexões neurais que são, afinal aprendizados/memórias não necessariamente em nível consciente.

Motivação e consistência

Assim, para instalarmos novos hábitos e, por conseguinte, modificações em nossa vida, precisamos buscar motivações e capacidade para formarmos e executarmos novas metas de forma consistente o suficiente para que se tornem habituais. Nesse quesito, mais do que motivação, o essencial é a ação. O objetivo final é tornar o hábito automático.
Para lhe ajudar nisso, busque a ajuda de um profissional da Psicologia e ou Neurociência.

Vanessa Maranha

É Psicóloga, Jornalista, Escritora Premiada, colunista da FF.

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