Fase 2 da Operação Huracan encontra inúmeras irregularidades em Rifaina, Patrocínio Paulista, Ituverava e outras cidades
Teve início ontem, segunda-feira, a segunda fase da Operação Huracan, realizada pela Policia Ambiental do estado de São Paulo. A operação é focada na prevenção de queimadas e/ou incêndios florestais, assim como desmatamento de áreas de proteção e consequentemente, na minimização dos impactos que esse tipo de ocorrência acarreta no meio ambiente e na saúde pública.
Nessa segunda fase, que vai até amanhã, as ações são concentradas na refiscalização dos alvos da “Operação Huracan I” para verificar a manutenção ou adequação da legislação vigente nas áreas irregulares. Os proprietários rurais também estão sendo orientados quanto às medidas de prevenção como a manutenção dos aceiros nas plantações de cana-de-açúcar.
No estado, a estrutura da operação ao todo contará com 1.200 policiais militares, promotores de justiça e técnicos, além de 430 viaturas e drones.
Confira algumas ações já realizadas pela equipe do 4° batalhão da 3ªCIA da Polícia Ambiental de Franca.
RIFAINA
Em atendimento à denúncia de desmatamento, a equipe constatou escavadeira enterrando troncos e raízes de árvores nativas e escavando a área, e retro-escavadeira fazendo nivelamento de solo, consequentemente empurrando terra para dentro do fragmento florestal, danificando a área. Foi lavrado auto de infração ambiental. A área foi embargada e os maquinários apreendidos.
PATROCÍNIO PAULISTA
Fiscalização de PPI da Usina Cevasa , área rural do município de Patrocínio Paulista.

SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
Refiscalização do Sítio Três Rios, sendo constatado que as irregularidades identificadas quanto à manutenção de aceiros entre pés de cana-de-açúcar e vegetação nativa foram solucionadas.

MORRO AGUDO
Refiscalização da Fazenda Santa Heloisa, sendo constatado que as irregularidades identificadas quanto a manutenção de aceiro se mantém (suja e com plantio de sorgo). Nova orientação feita.

MORRO AGUDO
Policiais autuaram em R$ 300 o responsável por invadir e dificultar a recuperação de uma área de preservação permanente na rua José Baisar, no município de Morro Agudo. Cerca de 0,06 hectares foram prejudicados para fins de gradeação no trato de porcos. O responsável disse que não tinha conhecimento da lei.

Refiscalização ambiental na ferrovia Centro Atlântica, em Ituverava, onde verificou-se que não houve limpeza das faixas de domínio, que permanecem da mesma forma que foi descrita na ocorrência anterior. O órgão competente será oficiado.











