Criança de 3 anos sofre com pés tortos congênitos. Mãe pede ajuda

Luís Gustavo tem apenas 3 anos de idade, mas já enfrenta dias difíceis como gente grande. Ele sofre de um problema desde o seu nascimento: Luís tem pés tortos congênitos, situação que causa dores e o impede de fazer atividades com outras.
Sua mãe, Lindsei, de 37 anos, conta que desde o nascimento de Luís, busca uma solução para o problema. “Eu venho lutando pra conseguir uma cirurgia pra ele, mas ainda não consegui. No ano passado, a Justiça deu uma determinação e levaram a gente pra Ribeirão Preto. Eu achei que era para fazer cirurgia no Hospital das Clínicas de lá. Mas quando chegamos lá, não era cirurgia. Era só pra colocar gesso. Depois disso, a orientação foi para colocar gesso toda semana, aqui em Franca, mesmo, mas já faz um ano que ele está colocando e tirando gesso toda semana e o problema dele não melhorou”, disse Lindsai.
Lindsai contou que toda semana leva o Luís até a Santa Casa de Franca para engessar os pés. “A gente mora no Jardim Riviera e como eu não tenho condições de pagar a condução, toda terça-feira eu coloco o Luís num carrinho velho que tenho aqui e vamos a pé até a Santa Casa. É bem cansativo, porque a gente passa a manhã inteira pra ir até lá, colocar o gesso, o Luís não gosta, dá trabalho pra colocar, como toda criança. Depois a gente volta a pé de novo. Mas tenho que fazer isso enquanto não consigo a cirurgia. Meu medo é o carrinho quebrar de vez e eu não conseguir nem levar o Luís”, disse ela, que é entregadora de panfleto e tem um outro filho de 8 anos. “Meu marido também ganha pouco, ele é catador de papelão. E também tem problemas de saúde, tem dismetria das pernas (quando uma perna é maior que a outra) e cistos na cabeça”, disse Lindsai.
Caso tenha interesse em ajudar Luís e sua mãe, entre em contato com o número (16) 99301-4569; celular da Lindsei.
O que é pé torto congênito?
O pé torto congênito se caracteriza como uma má formação congênita que se desenvolve no período da gestação.
O problema acomete todos os tecidos ósseos e musculares abaixo do joelho, criando assim, uma deformidade em um ou nos dois pés. Segundo a Revista Brasileira de Ortopedia (RBO), a condição afeta aproximadamente um bebê em cada 1.000 nascidos vivos. Além disso, é mais comum em meninos do que em meninas.








