O gosto amargo da Pandemia

A Pandemia com a toda a situação de Isolamento, restrições, infecções e mortes, provocou nas pessoas uma queda de energia. Provocou também uma desaceleração no rítimo frenético da vida das pessoas, causando mudanças nos hábitos.
Agora está sendo possível constatar sérias consequências e sintomas como: Tristeza, desânimo, sensação de vazio, pessimismo, desesperança, auto estima reduzida, pensamentos negativos, dificuldade de resolver problemas, inquietações, irritabilidade, insônia, falta de apetite, falta de motivação para fazer até as coisas mais simples, como assistir televisão, ler um livro, praticar esporte, etc.
Como enfrentar este monstro que nos circunda? É claro que diante deste quadro tão agravante, é preciso buscar também ajuda de especialistas, mas não só. Não podemos esquecer que “Deus é o rochedo que nos abriga, é nossa fortaleza, nosso refúgio e nosso abrigo seguro”: “Que Deus, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o Espírito; para que conheçamos a esperança a nós reservada como Herança”.
Não podemos nos esquecer também que “os que combatem precisam manter sempre o espírito fora das agitações perturbadoras da mente para discernir os pensamentos que surgem e que devem guardar os bons pensamentos, vindos de Deus, no tesouro da memória e expulsar para longe os maus pensamentos demoníacos sugeridos na mente e no coração.
É o fogo do Espírito Santo que purifica mente e coração, devolvendo-nos a alegria, a paz, a esperança e a serenidade. Não contristeis o Espírito Santo. Quando a nossa mente começa a adquirir a saúde perfeita e a mover-se sem preocupações, poderá sentir a consolação que vem de Deus, pois nada nos poderá separar do amor de Deus”(cf. Dos Capítulos sobre a perfeição Espiritual, de Diádoco de Foticéia Bispo). Somente quando estivermos em paz conosco mesmos, é que estaremos em paz com Deus e com as pessoas que nos rodeiam.








