Navio para assistência a populações ribeirinhas
Embarcação hospitalar atenderá povos do Pará e Amapá a partir de agosto de 2022
Em parceria com a Marinha do Brasil, o Ministério da Saúde destinou R$ 14 milhões para a compra de mais um navio para assistência médica de famílias ribeirinhas nas regiões do Amapá e do Pará.
Na última sexta-feira (22), o secretário de Atenção Primária à Saúde (Saps), Raphael Câmara, participou da cerimônia que deu início à construção do navio de Assistência Social e Hospitalar Anna Nery. O projeto de edificação do barco e aquisição dos equipamentos foi coordenado pela pasta, e tem previsão de atendimento a partir de agosto de 2022.
As ações de cidadania da futura embarcação incluem atendimento médico, odontológico, hospitalar e sanitário, campanhas de promoção à saúde, pesquisa de doenças tropicais e missões de busca e salvamento, beneficiando as populações que vivem próximas aos rios do Norte do país, locais de difícil acesso.
“A assistência da região ganha reforço para atender os cidadãos que mais precisam. E a Marinha é grande parceira do Governo Federal para levar cuidado de qualidade aos locais remotos”, ressaltou Câmara.
Para o diretor-geral de material da Marinha, almirante de esquadra José Augusto Cunha, o trabalho da instituição também voltado para o desenvolvimento social da região amazônica. “Além de benefícios sociais, a construção do navio traz estímulos econômicos, gerando oportunidade de empregos diretos e indiretos para a população local em um período em que o país enfrenta dificuldades geradas pela pandemia”, explicou.
O navio foi batizado com o nome de Anna Nery, em alusão à enfermeira que se voluntariou para ajudar os combatentes feridos na Guerra do Paraguai. Essa é a primeira vez que a Marinha homenageia uma personalidade feminina. O navio está sob responsabilidade do 4º Distrito Naval do Comando da Marinha.
Mais de 300 mil novas vagas de emprego
O Brasil registrou 313.902 novos postos de trabalho com registro em carteira no mês de setembro. O saldo positivo é a diferença entre as 1.780.161 contratações e as 1.466.259 demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na manhã desta terça-feira (26) pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho e Previdência.
“O número total de empregos formais gerados no mês de setembro foi 313.902 postos de trabalho, mantendo a tendência da geração de emprego, dentro deste segundo semestre, na faixa superior a 300 mil novos empregos por mês, que é a expectativa que todos nós temos de atingir números ainda maiores dentro deste ano de 2021”, avaliou o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni.
O setor de serviços foi o que mais registrou novas vagas em setembro, foram 143.418 postos abertos. Em seguida vem a indústria (76.169 novas vagas), comércio (60.809), construção (24.513) e agropecuário (9.084).
Os estados de São Paulo (84.887 postos), Minas Gerais (29.029) e Pernambuco (25.732) foram os que mais criaram empregos no mês passado. “De todas as 27 unidades da federação e dos cinco grupos de atividade econômica, todos eles registraram saldos positivos, o que demonstra que não é algo localizado, não é algo episódico, nós temos uma sequência mês a mês de uma retomada muito importante da economia brasileira”, destacou o ministro.
Acumulado
No acumulado do ano, de janeiro a setembro de 2021, o país já atingiu a marca de 2.512.937 empregos formais, o melhor resultado dos últimos 12 anos. Quase metade deles foram criadas pelo setor de serviços. Foram 1.068.705 contratações nessa área no período analisado. Depois vem a indústria (545.651), o comércio (442.240), a construção civil (261.531) e a agropecuária (195.467).
Do total de vagas criadas neste ano, 61.519 são trabalhos intermitentes (serviços de forma esporádica) e 35.742 são trabalhos parciais (jornada reduzida).
Até o mês passado, o Brasil contava com 41.875.905 registros em carteira, o chamado estoque mensal de emprego formal.
BEM
O balanço do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda (Bem), que vigorou de 1º de abril de 2020 até 26 de agosto de 2021, registra que foram feitos 23.396.122 acordos, o que resultou na preservação de 10.555.693 (dez milhões, quinhentos e cinquenta e cinco mil e seiscentos e noventa e três) empregos com carteira assinada.
Novo complexo viário em Uberlândia
Separação do tráfego urbano e de longa distância elimina grande ponto de congestionamento na rodovia e aumenta a segurança de todos os usuários.

Cidade com um importante polo atacadista e industrial, Uberlândia tem, a partir desta segunda-feira (25), o novo Complexo Viário de Taiaman, na BR-365/MG, para facilitar a logística de transportes e, ao mesmo tempo, melhorar o trânsito para os moradores dos bairros de Taiaman e Dona Zulmira.
A quase vizinha cidade do Triângulo Mineiro é um importante polo atacadista e tem na indústria um dos seus principais setores econômicos.
A obra de melhoria e adequação da rodovia foi realizada pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, e teve um investimento total de R$ 29,7 milhões. Foi implantada uma trincheira com pistas duplicadas para o tráfego de veículos da rodovia, em desnível com dois viadutos superiores que proporcionam a passagem do trânsito urbano, além de passagens de pedestre.
“Aquele usuário da [BR-]365 agora vai pegar a trincheira e se afastar daquele tráfego do dia a dia, que vai estar nas vias marginais. Para atravessar de um bairro para o outro as pessoas vão utilizar o viaduto. Essa obra é fundamental para a mobilidade urbana e segurança”, destacou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.
Trincheira
Inicialmente, as equipes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) liberaram o trecho rodoviário da trincheira, sendo os serviços das marginais de acesso aos bairros, na parte superior, concluídos agora.
A separação do tráfego urbano do tráfego de longa distância elimina um grande ponto de congestionamento na rodovia e aumenta a segurança de todos os usuários, principalmente dos locais, que utilizam o segmento em deslocamentos pela cidade.
O Brasil e brasileiros precisam de obras, empregos, renda, de ações que promovam qualidade de vida e desenvolvimento sustentável.








