Inspirados
Açude

O soluço que escuto
Quase me deixa ofegante.
Se deitado estou, de luto,
Ponho-me de pé, delirante.
As saudades suas em redemoinho
É o choro d’alma que apanha.
Os olhos em duto, cor de vinho,
De lágrimas pesadas o rosto banha.
Espero que seja passageiro
Esse espasmo que atordoa.
Só falta ser hospedeiro
Do peito mudo que trovoa.









Uau!
Well, obrigado.
Lindo Poema!!! Mas, uma coisa é certa quem nasceu para ser açude nunca será um Rio!!! Faça a diferença!!! Não represe apenas o deixe transbordar o maior dos sentimentos que é o “amor”!