Inspirados

Açude

O soluço que escuto

Quase me deixa ofegante.

Se deitado estou, de luto,

Ponho-me de pé, delirante.

As saudades suas em redemoinho

É o choro d’alma que apanha.

Os olhos em duto, cor de vinho,

De lágrimas pesadas o rosto banha.

Espero que seja passageiro

Esse espasmo que atordoa.

Só falta ser hospedeiro

Do peito mudo que trovoa.

Dr. Theo Maia

Advogado Previdenciarista (OAB-SP 16.220); sócio-administrador da Théo Maia Advogados Associados; jornalista; influenciador social; diretor do Portal Notícias de Franca; bacharel em Teologia da Bíblia; servo do Senhor.

3 Comentários

  1. Lindo Poema!!! Mas, uma coisa é certa quem nasceu para ser açude nunca será um Rio!!! Faça a diferença!!! Não represe apenas o deixe transbordar o maior dos sentimentos que é o “amor”!

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