Religião

A Morte é Inevitável

O Homem é um ser para a morte 

Mas a Vitória sobre a morte é a garantia da nossa Ressurreição 

“Somos peregrinos nesta vida. Somos hóspedes nesta terra, pois teremos que partir daqui. Quanto aos nossos bens, que sejam instrumentos em nosso peregrinar, ao invés de ser estímulo para a ambição. Ó Feliz Vida Eterna! Na qual ninguém será inimigo; lá soarão os louvores de Deus por aqueles que lá viverão para sempre. Ao chegar a adolescência, morre a infância, quando chega a juventude, morre a adolescência, chegando velhice, findará a juventude. Com a chegada da morte, terminará todos os períodos. Em todos os períodos existe fadiga, em toda ocasião existe cansaço. Pensa no teu fim e emenda-te hoje em vista de viver bem o amanhã em plena maturidade. Que há de tão certo aqui nesta terra, senão a morte”(Espiritualidade Agostiniana).  

“Não deixo para trás nenhuma propriedade da qual seja necessário desfazer. Quanto às coisas de uso cotidiano que me servem, peço que elas sejam distribuídas como se achar oportuno”(São João Paulo II). 

“Quando chegarmos na presença de Deus, Ele nos perguntará: ‘Quanto amor você colocou naquilo que fez?’”(Santa Madre Teresa de Calcutá).  

“Como as primeiras discípulas que foram ao sepulcro, vivemos rodeados por um clima de dor e de incerteza, que nos leva a perguntar: “Quem vai remover para nós a pedra da entrada do túmulo?”(Mc 16,3). O Impacto da Pandemia tem causado dor e luto naqueles que perderam seus entes queridos. Mas também aquelas 3 mulheres que foram ao sepulcro de madrugada foram surpreendidas por um maravilhoso anúncio: “Ele não está aqui, ressuscitou”. Nós não estamos sozinhos pois Jesus Cristo vivo e ressuscitado nos precede, dando-nos a garantia da vitória sobre a morte, sobre tudo aquilo que nos apavora. Nesta terra desolada, Jesus Cristo faz renascer para nós a esperança. Deus jamais abandona o seu povo, está sempre ao seu lado, especialmente quando a dor se torna mais intensa. A civilização do amor é também a civilização da esperança, capaz de superar a angústia e o medo, a tristeza e o desânimo”(cf. Vida após a Pandemia, Papa Francisco, Edições CNBB, ps. 37-43).    

“Não obstante as provações e as contradições do presente, o povo de Deus já exulta na esperança que a promessa divina acendeu no coração de sua fé. Sustentados por esta esperança, temos a garantia que a última palavra da nossa história não será a dor, o pecado e a morte, mas sim a vitória da ressurreição em Cristo, que morrendo na cruz, venceu a morte e reabriu para nós as portas do Paraíso”(Bruno Forte).  

Pe Mário Reis Trombetta

É vigário da Paróquia Cristo Rei, em Orlândia. Já atuou nas Paróquias Santana, São Crispim e Santa Rita de Cássia, em Franca. Fez Filosofia na Capelinha, com os Agostinianos e, em 1992, seguiu para Florença, Itália, e posteriormente, Madri, na Espanha, para concluir seus estudos. Retornou a Franca em 96 e foi ordenado padre em 98. Completa este ano 23 anos de sacerdócio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos relacionados

Verifique também
Fechar
Botão Voltar ao topo