Maternidade da Santa Casa zera mortes de mães em 2021
O Grupo Santa Casa de Franca anunciou esta semana em suas redes sociais que a sua maternidade zerou os casos de “morte materna” em 2021. Isso significa que no ano passado não houve morte de nenhuma mulher durante a gestação ou em até 42 dias após o término da gestação. A notícia foi comemorada pela direção e todo o corpo clínico da entidade. “Essa é uma grandiosa conquista que merece ser mantida com nosso comprometimento e esforço contínuos”, disse o médico Eduardo Migani Teixeira, diretor técnico do Grupo Santa Casa.
A Santa Casa de Franca possui o título de “Hospital Amigo da Criança e da Mãe”, que é concedido aos hospitais com maternidades que preconizam o parto humanizado, focando total atenção nos protocolos para acolhimento e saúde da mãe e seu bebê, bem como incentivam e promovem a amamentação sob livre demanda, com instrução e acompanhamento da mãe e do bebê, envolvendo os familiares para apoio neste processo.
Assim, com todo o cuidado e foco na qualidade e excelência no atendimento Materno-Infantil, desde o ano de 2019 a Maternidade da Santa Casa de Misericórdia de Franca vem se aprimorando e realizando ações de melhorias constantes como capacitações, cursos de urgências e emergências obstétricas e atualizações dos protocolos seguindo as recomendações das sociedades médicas mais respeitadas.
Dr. Eduardo Migani, falou: “Agradecemos a toda Diretoria por acreditar e confiar no trabalho da Maternidade. Agradecemos à equipe de Enfermagem, principalmente à Luciene Ramos, Lilian Menezes, Emiliane, Priscila e todas as técnicas de enfermagem, equipe multidisciplinar e aos médicos que se dedicam diariamente aos cuidados maternos. Essa é uma grandiosa conquista que merece ser mantida com nosso comprometimento e esforço contínuos. Parabéns a todos!”, concluiu o diretor técnico.
O médico Coordenador da Maternidade da Santa Casa de Franca, Dr. Jonas de Lara Fracalozzi, falou: “Agradeço a todos os médicos de nossa equipe que se empenham com seriedade e comprometimento, fazendo com que nossa Maternidade tenha esse reconhecimento pela capacidade técnica e ao mesmo tempo humanizada”, concluiu.
As equipes envolvidas continuam monitorando esses indicadores para manter zerada a mortalidade materna, com melhora constante na qualidade da assistência prestada às gestantes, parturientes e puérperas.
MORTE MATERNA
A morte materna é definida como óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação. Diante disso a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015, estabeleceu os novos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável, construídos a partir dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
O terceiro objetivo visa assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, incluindo a melhora na saúde materna e a redução da razão de mortalidade materna global para menos de 70 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030. Brasil reduziu a sua razão de mortalidade materna em 50%, mas permanece em patamares considerados elevados, oscilando em torno de 50 óbitos maternos para 100 mil nascidos vivos.








