Religião

“A minha alma engrandece o Senhor” (Lc 1,46).

A Igreja se inspira nas Escrituras Sagradas para afirmar a nossa relação de acolhimento, louvor, veneração e reverência filial à Maria. A Bíblia revela que ela está presente nos momentos centrais que constituem o mistério cristão: Encarnação, Páscoa e Pentecostes. Deus quis assim, escolhendo-a, amando-a e cumulando a mãe do Redentor de todas as graças (Lc 1,38), glorificando o seu corpo e sua alma.

Como a João aos pés da cruz, a cada um de nós é confiada Maria como Mãe (Jo 19,26-27). Ela é nossa “Advogada, Auxiliadora, Socorredora e Medianeira”, sem nada tirar nem acrescentar “à dignidade e eficácia de Cristo, o único Mediador” (LG, 62).

“A discípula mais perfeita do Senhor” (DAp, 266) nos ensina a olhar o mundo com compaixão, descendo do trono da vaidade, orgulho, arrogância e egoísmo, colocando Deus no centro de tudo, procurando a humildade e o bem de todos.

Na festa solene da Assunção de Maria, rezamos e pedimos a sua intercessão em favor de todos os religiosos e religiosas. Os consagrados aprendem dela a acolhida do amor de Deus, a importância do serviço e da santidade.

Nossa Senhora da Glória, rogai por nós.

Dom Paulo Roberto Beloto

É Bispo da Diocese de Franca

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