Voos internacionais e cargueiro em Maringá
O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (1º), em Maringá (PR), de evento para marcar a entrega de duas obras no estado. A primeira é a ampliação da pista do aeroporto de Maringá, que agora tem extensão de 2.380 metros e poderá acomodar aviões cargueiros e voos internacionais.
Considerada a maior obra da aviação regional no país executada pela atual gestão, a pista recebeu investimentos totais de R$ 81,5 milhões, sendo R$ 76,6 milhões de recursos federais, oriundos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), e outros R$ 4,9 milhões da prefeitura do município.
O terminal é um dos mais importantes do estado e as melhorias beneficiam região com mais de 1 milhão de habitantes.
O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, destacou que a pista de pouso e decolagem do Aeroporto Regional de Maringá passou a contar com 2.380 metros de extensão, o que possibilita voos internacionais e a operação de avião cargueiro. “E não vai parar por aí, agora nós vamos investir na ampliação do terminal de passageiros para dar mais conforto neste aeroporto, que vai ser uma ligação de Maringá com o resto do Brasil”, disse o ministro.
Durante o evento, o Presidente Jair Bolsonaro destacou as realizações no período de Mil Dias de Governo. “Nesta semana passei pela Bahia, depois Alagoas, depois em Roraima, onde iniciamos uma grande obra para levar energia elétrica para aquele estado, depois para o Distrito Federal e hoje aqui no estado do Paraná. Não é esta ou aquela obra. O Brasil todo se prepara para o seu futuro”, destacou o Presidente Jair Bolsonaro. “O mundo todo atravessa problemas sérios como consequências da pandemia. Inflação, em alguns outros países falta de material, falta de alimentos, mas o Brasil não passará por isso. Planejamos, nos preparamos para vencer esses obstáculos”, completou.
Município bem representado voa alto.
Vai um cafezinho?
No Dia Internacional do Café, conheça tipos únicos da bebida no Brasil.

Para iniciar um bom dia, o brasileiro inclui em sua rotina, pelo menos, uma xícara de café. A bebida pode vir pura (o clássico café preto), coado, pingado, expresso ou ainda como ingrediente para o cappuccino ou o macchiato. O consumo do produto na primeira refeição do dia é tão significativo que a batizou de “café da manhã”.
Como uma tradição, o café simboliza simpatia, alegria e hospitalidade do povo brasileiro, além de ser um elemento de sociabilidade para diferentes culturas. A popularidade da bebida é tamanha, que neste dia 1º de outubro, comemora-se o Dia Internacional do Café.
No Brasil, o café também representa a excelência do agronegócio, colocando o país na liderança isolada como maior produtor e exportador do mundo e em segundo lugar como maior mercado consumidor da bebida.
Das Matas de Rondônia, por exemplo, temos o café Robustas Amazônicas, resultado do cruzamento das variedades Conilon e Robusta, selecionadas ao longo dos anos pelos produtores locais, que representam a diversidade de sete etnias indígenas, agricultores familiares e quilombolas.
Cultivada em 17 mil propriedades de pequena escala em 15 municípios, a produção representa mais de 90% de todo o café produzido na Amazônia. As condições climáticas e os solos da região criam condições favoráveis para um ciclo de maturação do café intermediário a tardio, o que permite imprimir sensações gustativas que reúnem dulçor e aromas achocolatados, amadeirados, frutados, picantes, herbáceos a um café encorpado.
Produção sustentável
A legislação brasileira exige que todas as propriedades rurais localizadas na região Amazônica conservem, no mínimo, 80% da vegetação nativa de sua superfície. O que torna o produtor brasileiro, responsável por grande parte da preservação do bioma, sem fornecer qualquer compensação.
Ao preservar e estimular o modelo de cultivo tradicional de determinada região, o reconhecimento como IG se faz um importante aliado para a sustentabilidade, segundo a coordenadora de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa, Débora Santiago.
“No caso dos cafés, comprova-se que o Brasil apresenta potencial de desenvolver as regiões produtoras, promovendo o desenvolvimento territorial sustentável de suas regiões, diferenciando-se do mercado de commodities. Os produtores podem explorar não apenas o produto final, por sua qualidade e sabores diferenciados, mas também o turismo rural ”, reforça.

Café especial
Da lavoura à xícara, o roteiro de turismo rural no Norte Pioneiro do Paraná é um exemplo. Alguns produtores da região abrem as portas de suas fazendas para mostrar aos visitantes o processo de cultivo do café, desde o passeio pela lavoura, passando pela colheita, secagem dos grãos e degustação do café especial.
As opções de roteiros são diversas e contam a história do Norte Pioneiro do Paraná como porta de entrada para a colonização de toda a região, tendo o café como a principal alavanca propulsora que abriu caminho para o progresso e o desenvolvimento econômico também do estado.
O cafeicultor Marco Antônio Cravo, da Cooperativa de Cafés Certificados e Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (COCENPP), explica que o estado foi um dos maiores produtores de café do mundo no século passado, mas sua qualidade era questionada, tanto que a totalidade da produção era vendida como café commodity.
O empresário ainda acrescenta que a maior parte do café especial é vendida na Europa, nos Estados Unidos e no Japão e só uma pequena porcentagem fica no Paraná e no Brasil. “Ainda não temos um mercado nacional para absorver toda a nossa produção, só uma pequena parte é vendida nas nossas cafeterias e mercados”.
A formação social, econômica e cultural da região do Norte Pioneiro do Paraná é intimamente ligada à expansão do café. Localizada em área favorável ao cultivo do café, possui condições edafoclimáticas ideais para a produção de cafés finos, cuja bebida é caracterizada por atributos como doçura, corpo cremoso, acidez cítrica agradável, um aroma variando entre chocolate, caramelo, frutas cítricas florais e frutadas, além de um surpreendente gosto residual.
IGs de café
Das 88 indicações geográficas registradas no Brasil,13 são referentes a cafés, somando uma região produtora de 419 municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais, do Espírito Santo, de Rondônia, do Paraná e da Bahia. As 13 IGs representam 12 regiões do país, já que o Cerrado Mineiro está registrado nas duas modalidades: IP e DO.
A Indicação Geográfica (IG) é um instrumento de propriedade industrial que busca distinguir a origem geográfica de um determinado produto ou serviço, sendo dividida em Indicação de Procedência (IP) ou a Denominação de Origem (DO)
A Indicação de Procedência se refere ao nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que se tenha tornado conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço.
Já a Denominação de Origem, além de levar em consideração o nome geográfico também considera qualidades ou características que se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos, tipificando o produto.

Qualidade de vida da população de MG
O Governo Federal vai destinar recursos para aprimorar a mobilidade urbana e estimular a produção de vacinas no país.

Como parte das celebrações de Mil Dias de gestão, o Presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta quinta-feira (30), investimentos em mobilidade urbana e em ciência e tecnologia em Belo Horizonte (MG). Foram destinados recursos para ampliar e modernizar o metrô de Belo Horizonte e lançada a pedra fundamental para a construção de um centro nacional de vacinas.
“Temos, mesmo com menos recursos, apresentado mais trabalho para o bem de todos nós”, disse o Presidente Bolsonaro. “Mil Dias de muitas realizações, Mil Dias difíceis com a pandemia, mas também mil dias sem corrupção”, afirmou o Presidente.
O Ministério do Desenvolvimento Regional vai destinar R$ 2,8 bilhões para a conclusão do processo de desestatização da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) na região metropolitana de Belo Horizonte, bem como a concessão da Linha 1, em operação, e da Linha 2, a ser construída.
Outros R$ 428 milhões virão do governo de Minas Gerais. Os investimentos totais estão estimados em R$ 3,7 bilhões e serão complementados pela iniciativa privada, que terá o direito de explorar os serviços.
O objetivo é modernizar e ampliar a Linha 1 melhorando a qualidade de vida de cerca de 210 mil pessoas que utilizam esse serviço diariamente. E beneficiar outras 50 mil que passarão a utilizar o sistema com a construção da Linha 2.
A Linha 1 do metrô de Belo Horizonte liga Contagem, na Região Metropolitana, à capital mineira. São 28,1 quilômetros de extensão e 19 estações para passageiros. Serão feitas melhorias na parte já operacional da linha férrea, além da ampliação para a estação de integração Novo Eldorado, agregando cerca de um quilômetro à extensão da linha. Já a Linha 2 ligará o Bairro Calafate à região do Barreiro, ambos em Belo Horizonte.
Centro Nacional de Vacinas
O primeiro passo para a construção do Centro Nacional de Vacinas MCTI foi dado com o lançamento da pedra fundamental, durante o evento em Belo Horizonte. O centro vai servir de hub para que sejam desenvolvidos projetos de inovação nas áreas de vacinas, kits diagnósticos e de fármacos, com foco na transferência tecnológica para empresas e instituições que atuem no mercado de saúde.
De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações o centro terá condições de produzir a tecnologia de vacinas, o insumo farmacêutico e fazer a distribuição.
O centro buscará apoiar grupos de pesquisa, instituições e empresas por meio da capacitação de profissionais e prestação de serviços. A parceria prevê investimentos de cerca de R$ 50 milhões do Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, e de R$ 30 milhões do governo de Minas Gerais.
Ser negacionista do desenvolvimento científico seria demais, uai!








