Homem de 74 anos é investigado por suspeita de abuso sexual contra cachorro em Restinga
Polícia Civil abriu inquérito após denúncia; animal de pequeno porte passou por avaliação veterinária e laudo será utilizado na investigação

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar uma denúncia de possível abuso sexual contra um cachorro de pequeno porte dentro de uma residência em Restinga, na região de Franca. Um homem de 74 anos é investigado no caso. O animal passou por avaliação de um médico-veterinário e um laudo foi produzido para auxiliar na apuração.
O caso chegou às autoridades após uma testemunha relatar ter presenciado a suposta violência contra o animal.
Segundo as informações registradas no boletim de ocorrência, a testemunha teria ido verificar o que estava acontecendo após ouvir latidos e gemidos do cachorro.
Ao chegar ao local, teria se deparado com a situação que posteriormente foi comunicada às autoridades.
O relato da testemunha faz parte da investigação e ainda será confrontado com os demais elementos reunidos pela Polícia Civil.
Cachorro passou por avaliação veterinária
Após a denúncia, o cachorro foi examinado por um médico-veterinário da Prefeitura de Restinga.
O profissional elaborou um laudo que deverá auxiliar a Polícia Civil a esclarecer as circunstâncias do caso.
As informações disponíveis até o momento não detalham o conteúdo ou as conclusões do exame veterinário.
Também não foram divulgadas informações sobre o atual estado de saúde do animal ou sob os cuidados de quem ele permanece.
Polícia Civil abre inquérito
O delegado Eduardo Lopes Bonfim determinou a instauração de inquérito policial para investigar a denúncia.
A apuração deverá reunir o depoimento da testemunha, o laudo veterinário e outros elementos que possam contribuir para esclarecer o que ocorreu dentro da residência.
A investigação também deverá definir eventual enquadramento criminal a partir das provas reunidas.
Caso ainda está sob investigação
Embora exista uma acusação e um inquérito tenha sido aberto, o homem de 74 anos é investigado e não há condenação até o momento.
Por isso, a denúncia não deve ser apresentada como fato definitivamente comprovado antes da conclusão da investigação e de eventual processo judicial.
O caso segue sob apuração da Polícia Civil.









