150 profissionais de escolas e creches de Franca recebem orientação sobre proteção de crianças
Formação abordou acolhimento institucional e familiar e procedimentos diante de situações de vulnerabilidade e possível violação de direitos

Cerca de 150 profissionais que trabalham em escolas municipais e creches parceiras de Franca participaram nesta terça-feira (6) de uma formação sobre acolhimento de crianças e adolescentes e os procedimentos que devem ser adotados diante de situações de vulnerabilidade ou possível violação de direitos.
O encontro reuniu diretores educacionais de creches parceiras, orientadores, assistentes sociais e psicólogos que atuam nas unidades de ensino.
A formação foi realizada no Auditório Edna Campanhol, no Centro Universitário Municipal de Franca (Uni-FACEF).
Identificação e encaminhamento
Um dos objetivos foi ampliar o conhecimento das equipes da Educação sobre o funcionamento dos serviços de acolhimento existentes no município.
Foram abordadas as modalidades de acolhimento institucional e familiar, os fundamentos legais desses serviços e a atuação das unidades educacionais quando identificam situações que precisam ser encaminhadas à rede de proteção.
Escolas e creches mantêm contato cotidiano com crianças e adolescentes e, por isso, podem perceber mudanças de comportamento e outros sinais que eventualmente indiquem uma situação de vulnerabilidade.
A identificação desses sinais, porém, não significa automaticamente a constatação de uma violação de direitos. A formação busca orientar os profissionais sobre os procedimentos adequados e a articulação com os órgãos e serviços responsáveis por cada situação.
Trabalho integrado
A capacitação foi promovida pela Secretaria de Educação em parceria com o Serviço de Acolhimento de Crianças e Adolescentes de Franca e profissionais da área de Ação Social.
Segundo a Secretaria de Educação, a proposta é preparar as equipes para identificar situações que necessitem de atenção e realizar os encaminhamentos de forma articulada com os demais serviços da rede de proteção.
A iniciativa também busca esclarecer o papel das unidades educacionais nos casos envolvendo crianças e adolescentes acolhidos ou em situação de vulnerabilidade.







