
Jesus nos transmite palavras de conforto, coragem e confiança, e nos exorta à prática da esmola, à vigilância e à prontidão.
“Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino” (Lc 12,32). O Pai cuida de nós. É o único capaz de preencher o nosso coração. Só a obediência e a amizade com ele dão gosto à nossa existência e nos ajudam a ordenar tudo para o amor.
“Vendei vossos bens e dai esmolas. Fazei bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe” (Lc 12,33). É preciso ter piedade e misericórdia, assim estaremos juntando tesouro no céu.
Duas imagens – “rins cingidos e lâmpadas acesas” (cf. Lc 12,35), ilustram a importância da vigilância e da prontidão, atitudes fundamentais para quem se coloca no caminho de Jesus. Vigiar é próprio de quem ama. Se o nosso coração estiver desperto, Jesus bate e pede que lhe abramos a porta.
A parábola dos empregados que esperam seu senhor voltar da festa de casamento incentiva à vigilância e a prontidão. Assim como o dono da casa não sabe a que hora chega o ladrão, assim ninguém sabe a hora da chegada do Filho do Homem (cf. Lc 12,36-40).
“Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa?” (Lc 12,42). Bom administrador é aquele que cumpre sua missão de servidor, nunca usa os bens recebidos em proveito próprio. É preciso saber administrar bem a nossa missão.
Deus é fiel e cumpre as promessas de liberdade ao seu povo (cf. Sb 18,6-9).
Fé e perseverança sustentam a vida cristã (cf. Hb 11,1-2.8-19). Foi a fé que valeu aos patriarcas um bom testemunho.
Rezemos pelos nossos pais, sinais do amor de Deus em nossas vidas. Que Deus abençoe as nossas famílias.
Dom Paulo.








