Relógio falando com celular
Foi inaugurado, nesta sexta-feira (30), em Sorocaba-SP, o Centro de Referência em Internet das Coisas, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), em parceria com o Centro Universitário Facens e o Parque Tecnológico de Sorocaba. A expectativa é que sejam oferecidos programas de ensino e formação no local, além da popularização e divulgação da ciência e tecnologia no país.
A Internet das Coisas é como chamamos a conexão digital de objetos cotidianos com a internet. Em outras palavras, é uma rede de objetos físicos capaz de reunir e de transmitir dados, oferecendo soluções para diversas áreas, do planejamento urbano à produção agrícola. Esse tipo de tecnologia pode trazer impactos positivos para a qualidade de vida do cidadão, por meio da criação e do desenvolvimento de novas tecnologias em um amplo leque de aplicações.
Pode ser utilizada, por exemplo, para a medição de calorias gastas num exercício ou para a checagem dos batimentos cardíacos entre um relógio e um celular. Ou para permitir ligar o ar-condicionado antes de chegar em casa. Na saúde, pode ser usada para conectar ou compartilhar dados de pacientes e pesquisas diretamente para um sistema de controle, facilitando e agilizando diagnósticos. Já na agricultura, a Internet das Coisas pode ser útil para medir a saúde do solo e o uso inteligente de água e fertilizantes e, na indústria pecuária, para monitorar a saúde do gado. Ciência e tecnologia, juntas, formam um par perfeito.
O local deverá oferecer programas de formação e apoiar o Governo Federal na busca por soluções que façam da inteligência artificial uma aliada do dia a dia dos brasileiros. O centro será um espaço para demonstração prática de soluções modernas e inteligentes nas áreas da saúde, indústria, agro, educação, cidades e turismo. “Cada vez mais a gente vê a necessidade dos sistemas trabalharem em conjunto, com Internet das Coisas, com Inteligência Artificial, que une todas as informações coletadas de diversos sistemas, para o sucesso das pessoas no país, que são o que mais importa no final das contas”, afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes.
O presidente do Parque Tecnológico de Sorocaba, Nelson Cancellara, também comentou sobre a importância do projeto. “É um acordo que vai trazer muita prosperidade. Essas ações que estamos fazendo aqui vai nos proporcionar essa inovação pra nossa cidade, pra nossa região, pro nosso Brasil.”
Muito prazer: BR-230!
A Rodovia Transamazônica, ou simplesmente Transamazônica, é a terceira maior do país. Comprida que nem ela, por seus 4.000 quilômetros. O seu marco zero está na cidade portuária paraibana de Cabedelo, na grande João Pessoa. Corta o Brasil, de leste a oeste. Por isso é referida como uma rodovia transversal, indo acabar em Lábrea, no estado do Amazonas. Boa parte ainda não em asfalto, por falta de atenção continuada das administrações públicas, percorrendo e cortando os estados do Piauí, Maranhão e Pará.
É chão, moçada
Artefatos e obras de arte, especiais, inclusive, são necessárias em uma via pública de gigantesca extensão, que atravessa cidades e acidentes geográficos de toda ordem.

O motorista que utiliza a BR-230/PB já conta, a partir desta sexta-feira (30), com a liberação parcial de dois viadutos, entre Cabedelo e João Pessoa, na Paraíba, que é resultado de uma parceria entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e o Exército Brasileiro – e com aporte financeiro de emenda parlamentar da bancada federal –, o empreendimento terá impacto direto na logística para escoar as cargas da região portuária, proporcionando também o fortalecimento do comércio local.
Os dois viadutos parcialmente liberados estão localizados no km 8,4 e no km 9,5 e têm, respectivamente, 591 metros e 712 metros de extensão. As obras também permitirão o aumento da quantidade de veículos que utilizam a rodovia, com um volume diário previsto de, aproximadamente, 43 mil carros.
A adequação de capacidade e segurança da BR-230/PB foi viabilizada por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED) com o Exército Brasileiro. A execução dos serviços está a cargo do 1º Batalhão de Engenharia de Construção (1º BEC), com supervisão e gestão por parte do Comando do 1° Grupamento de Engenharia. Já a fiscalização técnica dos trabalhos e a gestão conjunta do TED é de responsabilidade do DNIT.
Com conclusão prevista para 2022, os serviços incluem a implantação de seis novas passarelas, três faixas de rolamento na pista principal, em ambos os sentidos, com pavimentação nova, vias marginais em ambos os lados e retornos sob os quatro viadutos em operação. Eis a BR que une, cortando o Brasil!
É no município que o povo mora
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), destina, desde março passado, R$ 23,5 milhões para investimento em obras de mobilidade urbana. Duas cidades brasileiras tiveram propostas selecionadas pelo Programa Avançar Cidades para investir em obras de mobilidade urbana. Itu (SP) vai contar com R$ 22 milhões e Antônio Almeida (PI) receberá R$ 1,5 milhão.
Os recursos serão utilizados em intervenções em pavimentação de vias, instalação de sistemas de microdrenagem, iluminação pública e sinalização viária, construção de ciclovia e calçadas com acessibilidade, medidas de moderação de tráfego e elaboração de estudos e projetos.
Franca, a cidade-sede desta vasta e desenvolvida região do estado de São Paulo, que divisa com o sul de Minas, mais que nenhuma outra, precisa resolver os seus problemas de enchentes, inundações de prédios públicos e particulares, com imensuráveis prejuízos aos comerciantes e prestadores de serviços vizinhos dos principais córregos de sua malha viária urbana (Bagres, Cubatão e Espraiado), de congestionamentos de trânsito e de recapeamento asfáltico da maior parte dos bairros de todas as regiões.
As operações tapa-buracos são remendos que não duram e representam o desperdício e mau uso do dinheiro que sai dos tributos que os cidadãos têm que pagar. Por que Franca não corre atrás do Avançar Cidades?
A ajuda à estância turística de Itu, SP, que tem a metade da população francana, pelas estimativas do IBGE para 2017, não caiu do céu. Empresários e trabalhadores brasileiros são os geradores dos recursos para o financiamento dessas obras, provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O Avançar Cidades – Mobilidade Urbana está dividido em dois grupos: o grupo 1, composto por cidades com até 250 mil habitantes; e o grupo 2, que inclui centros urbanos com população superior a 250 mil.
Financiamento
O cadastramento de projetos para o Avançar Cidades é contínuo e está disponível neste link. Podem apresentar propostas os municípios interessados em melhorar a circulação das pessoas nos ambientes urbanos. O apoio federal se dá por intermédio do financiamento das ações de mobilidade, voltadas à qualificação viária, ao transporte público coletivo (urbano), ao transporte não motorizado (transporte ativo) e à elaboração de planos e de projetos executivos.
A taxa nominal de juros das operações de empréstimo do Pró-Transporte é de 6% ao ano, podendo ser acrescida taxa diferencial de até 2% e taxa de risco de crédito de até 1%. O prazo para a quitação total pode chegar a 20 anos, com carência de até 48 meses para o início do pagamento.
Prefeitada, pau na máquina!
Mais informações: [email protected].






