Jubarte à vista

Que privilégio curtir um vídeo destes!
A grandona dos mares veio acompanhada.
É demais. O filhote tá na barra da saia, ou melhor, ao alcance das nadadeiras peitorais de mãezona. A impressão é que essa migrante de respeito, cuja espécie deve ficar nas águas de Cabral até novembro – e o inverno que se lasque! Kkkk – vai voar. Pudera, suas nadadeiras correspondem a até um terço de seu corpo.
As jubartes estão em seu período de reprodução. Nosso berçário é calientemente convidativo para a preservação dessas vidas marinhas.
Nossa paparazzi, formanda em Direito pela FDF, com TCC aprovado com nota máxima em Direito da Moda (mais geek impossível!), colheu esse flagrante delito de espetáculo dessas oceânicas danças e movimentos de que a atriz está numa boa, em fase de acasalamento, dando à luz às suas jubartinhas, amamentando e dando aulas práticas de sobrevivência aos bebês, que nascem fits, pesando uma tonelada e com quatro metros de comprimento.
Julia Abreu para Théo Maia Advogado, Théo na Tela e portal Notícias de Franca – a sua Folha – , direto da Ilha do Campeche, uma senhora praia de areia fina e branca, mar calmo e água cristalina em tons que vão do verde ao turquesa, vegetação remanescente da Mata Atlântica, cheia de encantos e misticismo, de acordo com quem lá está e esteve e este site da Associação Couto de Magalhães. É Santa Catarina!
Acessa, peixe, dirá Romário: https://acompeche.org.br/ilhadocampeche.php







