Procurada pela Justiça do Paraná é presa enquanto trabalhava em Franca
Mulher de 32 anos foi localizada pela Polícia Militar no Residencial Zanetti; celular foi apreendido e Conselho Tutelar acabou acionado por causa dos filhos menores

Uma mulher de 32 anos, procurada pela Justiça do Paraná, foi presa pela Polícia Militar nesta segunda-feira (10), enquanto trabalhava em um estabelecimento comercial no Residencial Zanetti, em Franca.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar recebeu uma denúncia indicando que Bruna Mayara da Rosa estaria trabalhando em um comércio localizado na Avenida Manoel Jacinto Netto.
Os policiais foram até o endereço e encontraram a mulher. Após consulta e confirmação da ordem judicial, ela recebeu voz de prisão.
Contra Bruna havia um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça do Paraná, pelo Juízo Único de Iretama, relacionado a um processo que tramita naquele Estado.
O registro disponibilizado sobre a ocorrência não detalha o crime investigado no Paraná que motivou a expedição do mandado.
Celular foi apreendido
Durante a ocorrência, os policiais também apreenderam um telefone celular Redmi, de cor branca, pertencente à mulher.
Conforme consta no boletim, Bruna forneceu a senha do aparelho. O telefone poderá ser analisado no decorrer das investigações, observados os procedimentos legais aplicáveis.
Depois da prisão, ela foi conduzida ao Plantão da Delegacia Seccional de Franca, onde a ocorrência foi formalizada.
Após os procedimentos, a mulher seria encaminhada à Cadeia Pública de Franca, permanecendo à disposição da Justiça responsável pelo mandado.
Conselho Tutelar foi acionado
Outro desdobramento registrado durante a ocorrência envolveu os filhos menores da mulher.
De acordo com o boletim, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação das crianças, que teriam sido encontradas sozinhas em uma via pública no momento da prisão da mãe.
O acionamento teve como objetivo garantir o acompanhamento e as providências necessárias em relação aos menores.
A captura foi comunicada às autoridades competentes e a mulher permanece à disposição da Justiça do Paraná.
Por se tratar de prisão temporária, a medida possui natureza cautelar e não representa condenação. O processo que motivou a ordem judicial segue os trâmites legais.







