PCC fora da lata

A família conservadora incomoda com a sua estrutura de amor, compreensão, ajuda e superação de desafios em grupo formado por pais e filhos e seus parentes mais próximos.
Esse modelo incomoda as ideologias anticristãs.
O PCC, uma facção de crimes e de traficantes, nos dias atuais, inova-se no objetivo do quanto pior, melhor. É agora, também, uma parainstituição terrorista. Com o seu poder paralelo, o governo federal propagandeia que quer o seu fim e de suas concorrentes do crime ultraorganizado. Finge que o faz.
Não interessa enfrentar e destronizar o crime.
O governo sabe o porquê desde a hora em que fez
Lewandowski apear do burro, para ganhar milhões na advocacia como ex-ministro da Corte Suprema, juntamente com um filho.
Quanto ao filminho, a legenda é uma redundância[i]:
– Criminosos efetuam disparos para o alto durante um pancadão de Carnaval no Morro do São Bento, em Santos, no Litoral de São Paulo.
Era o show do MC Urubuzinho, na esquina das ruas Santa Valéria e São Miguel, no alto do Morro do São Bento, já ao amanhecer.
As pessoas aglomeradas levantam copos e armas.
Os blocos dessas organizações criminosas são a Escola do Samba que tenta abrir a lata das conservas dos valores e crenças da família. Por não o conseguir, porque a família está bem guardada naquele que tudo pode, o máximo que conseguem é deixar o recipiente cair, amassar e repor no seu devido lugar. O rebaixamento dos que tentam tais coisas não depende de bailes e desfiles. Na família, a armadura é a da fé.
[i] @portalgp1





