Engolidos

Somente esses dois operários braçais incautos não sabiam que um acidente era iminente.
Fizeram o máximo para que se consumasse.
As vítimas, arriscavam, seriam eles mesmos,
Poderiam ter morrido ou ficado paralíticos, paraplégicos, em uma hipótese animadora.
O áudio que narra o filminho estaria desconectado das cenas que enchem os seus olhos de concentração, para ver no que vão dar as manobras com a caixa d’água grandona. O seu coraçãozinho, no fundo do fundo, acelera as batidas esperando o quanto pior.
A vontade de rir traz o contraponto, porque a D20 pode levar o sonho, a vida das pessoa (sic), … com cheiro de mijo de menino. No play[i]:
Brincadeira tem hora.
Os malucos da obra descobriram tarde: tombaram encaçapados.
Banquinho e cadeira de plástico duro, daqueles de 3 por R$ 10,00 em final de feira, desconhecemos possam ser havidos com EPI (Equipamento de Proteção Individual). EPC (de utilidade coletiva), jamé!
Aprender não custa nada. Mas salva vidas.
A movimentação de cargas, manualmente ou com o auxílio de equipamentos, apresenta diversos riscos que podem comprometer a segurança e a saúde dos trabalhadores. Entre os problemas mais comuns estão lesões nas costas e distensões musculares, causadas principalmente pelo levantamento, transporte e depósito inadequados de cargas. Esses erros podem sobrecarregar a coluna vertebral e os músculos, gerando problemas crônicos de saúde. Além disso, a falta de técnica e atenção pode resultar em quedas de materiais, ocasionando ferimentos graves ou até fatais.
No caso que pinçamos, com tom satírico, convém alertar, anda, que, antes de movimentar qualquer carga, é crucial identificar os riscos no ambiente de trabalho ou onde se vai prestar o serviço, como superfícies instáveis, obstáculos e cargas mal distribuídas[ii].
Negligenciou, já viu, dançou! O salão dos hospitais costuma ser conhecido por centros cirúrgicos e UTIs.
[i] @fofocadalola
[ii] https://www.mindus.com.br/blog-posts/dds-sobre-movimentacao-de-cargas







