A equipe, o indivíduo e a empresa: Como equacionar para conseguir bons resultados?

Nós líderes temos alguns desafios para o cumprimento de resultados de nossas equipes. Não só isso, há outros ligados ao comportamento dos colabores alinhado às políticas das empresas. Muitas vezes este é conflitante com a subjetividade de cada indivíduo.
Fica a questão: Como equacionar estes fatores?
É fato que toda empresa vive de resultados, de modo que qualquer gestor tem como fim atingi-los. Mas, não é “legal” conseguir a qualquer custo. Julgo que o primeiro passo como líder é avaliar os pilares institucionais da empresa. São alinhados à universalidade do bom senso?
Sendo, é possível “dar valor” nos atos de cada colaborador. Dar luz na ação de cada indivíduo, mostrando a sua importância dentro da organização. Dar um sentido dentro da empresa ao colaborador é uma forma de desenvolver suas competências.
Isso eleva sua participação e comprometimento dentro da instituição. Não há espaço para pessoas que executam trabalhos sem saber o sentido. Não são robôs, estamos falando de gente, e nosso papel como líder é incentivar a descoberta de caminhos alinhados aos seus propósitos íntimos. Dentro da história da humanidade, a felicidade é um tema discutido até os tempos atuais. Trata-se de uma sina do homem.
Como fazer para que uma pessoa sinta prazer em acordar e ir trabalhar?
Penso que isso seja um ponto no horizonte que devemos perseguir como gestores. Nosso papel, a meu ver, não é impor qual o caminho da felicidade no trabalho de nossos colaboradores. Seria um modo imperial de gerir, o qual não tem mais espaço dentro das grandes companhias. Todavia, temos o dever de plantar a semente do desafio. Qualquer pessoa é capaz de melhorar.
Resultados sólidos, demanda trabalhos profundos e atentos dos líderes. É preciso ter tempo para olhar nos olhos, sobretudo ouvir cada um. O “tempo” como estamos acostumados, é um grande vilão dos resultados sólidos. O que são 5 minutos presentes dentro do turno de trabalho do gestor. Olhe com presença para mostrar o caminho.
É uma “utopia” que dá resultado e diminui a rotatividade. Um grande vilão das organizações. Quer queiram ou não, se a equipe não vai bem, o problema é o “capitão”. Resultados não são apenas número do final do mês. Pense nisso.







