ColunasInspirados
Para além do sobreviver…

Com o entendimento da escassez do tempo,
me comprometo com o hoje, para ser melhor amanhã,
na esperança de abrir os olhos e respirar, sem contratempo,
com pressa de viver, sentir sentimentos com gosto de hortelã.
Escuto o tic tac do relógio, ele não para,
o envelhecer e o morrer fazem parte desse processo de viver,
momentos de felicidade não se equipara,
vivencio o demonstrar, pois o foco não é apenas sobreviver.
O cheiro, o toque, o olhar, eu quero mesmo é amar,
experenciar meus dias, pele na pele, com gestos simples,
apesar desse dia já estar acabando, ainda posso poetizar,
afinal, “não sou alegre, nem sou triste, sou poeta”, como já dizia Cecília Meireles.
Bia Junqueira










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