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Mindfulness

Nomear para acalmar

Uma pesquisa realizada pela Universidade da California demonstrou que quando fazemos uma pausa em nossas reações emocionais para nomearmos uma emoção, há toda uma regulação da nossa fisiologia que auxilia a nos acalmarmos e termos mais recursos para respostas melhores.

Resilência

De acordo com a psicóloga norte-americana Shauna Shapiro, uma das maiores especialistas hoje em Mindfulness e que ministra aulas na PUC PR, o sofrimento está diretamente relacionado com o quanto resistimos à nossa dor. Quanto mais resistência/oposição colocarmos a ela, maior ela será. Para Shapiro, a chave está em acolher e enfrentar.

Mente solta

Uma pesquisa realizada em Harvard aponta que a nossa mente vagueia distraidamente por 47% do nosso tempo acordado. Tal nível de distração demonstra que quase metade da nossa vida em vigília, não estamos presentes.

Mindfulness

Mindfulness (traduzido imprecisamente por ‘atenção plena’) é uma técnica para sairmos desse padrão e treinarmos a atenção em estado de presença. Estar no aqui e agora.

Novos caminhos neurais

Uma prática de cunho meditativo como o mindfulness constrói novos caminhos neurais.
Aquilo que praticamos, se fortalece e isso vale para tudo, para bons e maus hábitos.

Espaço

Entre o estímulo e a reação há um espaço. Neste espaço, está nosso poder de escolher a nossa resposta. E, em nossa resposta, está nosso crescimento e nossa liberdade“. A reflexão do psicólogo austríaco Viktor Frankl, ainda que de outra filiação, se encaixa num dos resultados da prática de mindfulness: a regulação das emoções. Mais do que nomear, precisamos entender o que sentimos para flexibilizarmos os ímpetos de reações imediatas.

Vanessa Maranha

É Psicóloga, Jornalista, Escritora Premiada, colunista da FF.

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