
O Pronto-Socorro Dr. Álvaro Azzuz está saindo pelas portas e janelas.
Entupido.
Não cabe ninguém mais.
A fila lá não anda. Entrou, ficou. Vai pro soro e outros procedimentos de emergência.
Menos que três horas de espera é sorte; ou falta dela.
Ali no Pronto-Socorro Infantil, que tem o nome de um dos melhores amigos meus, Dr. Magid Bachur Filho (que eu amava chamar de Magidinho! – que saudade dessa alma maravilhosa e pessoinha de Deus!, dos tempos em que éramos vereadores juntos) a coisa tá feia. A sala de recepção não comporta mais os pequenos pacientes e seus pais e responsáveis. Estacionar por perto, impossível!
Enquanto isso, parece que está tudo bem para os nossos digníssimos gestores de Franca.
Podiam levantar umas tendas na frente ou na lateral dos locais de acesso a esses dois centros de atendimentos de urgência e de emergência no município. Na pandemia do corona tiveram.
As UPAS estão abarrotadas com os mesmos excessos e lentidões para triagens, consultas e outros protocolos de saúde que lhes são específicos.
Culpa das condições do tempo. Planejamento é preocupação que somente marqueteiros e candidatos devem exibir, no maior 171, em campanha.
Sendo assim, não se pode negar que o outono é marcado pela queda nas temperaturas e baixa umidade relativa do ar, cenário ideal para o aumento da proliferação de vírus e bactérias. Nesse contexto, doenças respiratórias e alergias tendem a ser mais comuns, como bronquites, pneumonias, conjuntivite e rinite alérgica, doenças virais, ressecamento da pele.
Para evitar os desconfortos que a mudança de estação pode provocar, manter uma alimentação adequada e saudável, uma boa hidratação e a prática regular de atividade física podem ser ótimos aliados.
A alimentação desempenha um papel fundamental para a imunidade. Uma alimentação equilibrada e rica em vitaminas e minerais como vitaminas A, C, D, E, do complexo B, zinco, selênio, ferro, proteínas são essenciais para que o corpo produza as células de defesa, além de regular a resposta imunológica.
Esses nutrientes são encontrados em uma alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados variados, como frutas (laranja, kiwi, acerola, ponkã, goiaba, manga, mamão, abacaxi), verduras (de todos os tipos, em especial as verde-escuras), legumes (de todos os tipos, em especial os alaranjados), ovos, peixes, carnes, vísceras, feijões e cereais (especialmente os integrais), sementes e castanhas.
As informações supradestacadas provêm da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, mas poderiam ser de qualquer outra fonte digna de crédito na temática que está mandando gente pra cama, internações e pros atestados que dispensam, legalmente, do comparecimento ao trabalho, provas escolares e atividades que determinam controle de frequência de interessados vítimas dessas viroses e que tais.
Tudo é virose? Sei lá, entende!
Sei que o trem tá de lascar.







