
“Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja” (Mt 16,18).
Em Cesareia de Filipe, por uma inspiração divina, Simão Pedro foi além da compreensão limitada que as pessoas tinham de Jesus: Ele é o Messias, o Cristo, o ungido pelo Espírito. A sua consagração messiânica “manifesta sua missão divina” (CIgC, 438). “O nome Filho de Deus significa a relação única e eterna de Jesus Cristo com Deus, seu Pai: Ele é o Filho único do Pai e o próprio Deus (Idem, 454). A profissão de fé de Simão Pedro gerou uma bem-aventurança, pois está de acordo com o projeto de Deus. Confessar Jesus como o Cristo, o Filho de Deus, é tê-lo como centro da vida, como Senhor e Salvador. “Crer que Jesus Cristo é o Filho de Deus é necessário para ser cristão” (Idem, 454).
Jesus confiou a Simão Pedro um encargo pastoral, o seu papel fundamental na constituição da Igreja. Ele é a pedra, a base principal, recebeu de Jesus o poder de ligar e desligar. O Mestre lhe confiou a chave do seu coração compassivo, para que os pecadores possam acolher a sua misericórdia. A sua missão e a de seus sucessores é a de conservar a fé e dar testemunho de que a salvação provém de Deus.
O Papa é sucessor de Pedro na cátedra de Roma e na direção da Igreja. Ele foi constituído por Jesus a fonte de união da comunidade cristã, por isso devemos ouvi-lo como sinal da manifestação da vontade de Deus e reconhecimento de sua presença. Quem ama a Pedro e o compreende como dom do Senhor, ama o próprio Jesus Cristo, ama a Igreja e o seu povo.
Nossas orações pelos catequistas e pelas vocações aos ministérios leigos na Igreja.






