Polícia Ambiental aplica quase 3 mil reais em multas em Igarapava e São Joaquim da Barra

Durante um patrulhamento realizado na região a Polícia Ambiental teve que aplicar multas relacionadas a degradação ambiental e maus tratos a animais selvagens.
Em Igarapava, a primeira multa foi no valor de R$ 500, quando a equipe da Polícia Ambiental se deparou com aves silvestres em cativeiro. Ao serem recepcionados pela proprietária, foi constatado que havia uma espécime periquitão maracanã, por infringir o parágrafo 3º, inciso III da resolução SIMA 05/2021. A ave foi submetida a laudo veterinário, onde apresentou comportamento domesticado, isso indica que não possui plena condição de sobreviver fora do cativeiro, o que deve ser destinado ao órgão ambiental competente. Sendo assim a ave silvestre foi depositada no VITAS (Viveiro de Triagem de Aves Silvestre de Franca/SP).

Ainda em Igarapava, em uma outra residência, a Polícia Ambiental aplicou uma multa de R$ 1.000,00, ao se deparar com duas aves silvestres em cativeiro. Sendo 01 (um) papagaio verdadeiro (amazona aestiva) e 01 (uma) jandaia coquinho (Eupsittula aurea), as aves estavam em cativeiro em gaiolas 02 (duas gaiolas) de ferro, com alimentação e água limpa. Diante ao fato, a proprietária da residência foi autuada administrativamente devido a seguinte infração administrativa por manter em cativeiro espécimes da fauna silvestre, são elas: 01 (um) papagaio verdadeiro (amazona aestiva) e 01 (uma) jandaia coquinho (Eupsittula), por infringir o parágrafo 3°, inciso III da Resolução SIMA 05/2021.
São Joaquim da Barra

Durante o patrulhamento ambiental, em São Joaquim da Barra, a Polícia Ambiental localizou duas aves em cativeiro da espécie Canário da Terra Verdadeiro. O infrator foi autuado administrativamente com sanção de multa simples no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais), por ter infringido o Artigo 29 da Lei Federal 9605/98. A ocorrência será apresentava via ofício à autoridade de polícia judiciária de São Joaquim da Barra. As aves apresentando estar em estado bravio com indícios de recente captura foram libertas na mata ciliar do Rio do Carmo.








