Sobra desrespeito e falta fiscalização

É dever e não mero favor – e que favor caro seria, hein? -, da Prefeitura, zelar pela higiene pública, visando a melhoria do ambiente, saúde e o bem-estar da população, favoráveis ao seu desenvolvimento social e ao aumento da expectativa de vida da população.
Dentre essas suas obrigações, cabe mandar fazer e fiscalizar as suas ordens, no sentido de assegurar condições de higiene e de saúde dos passeios e logradouros públicos; dos poços e fontes de abastecimento de água domiciliar; da alimentação pública; nos estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços em geral; recipientes apropriados para coleta de lixo e a sua manutenção em boas condições de utilização e higiene; a prevenção contra a poluição do ar e das águas e o controle de despejos industriais; a limpeza dos terrenos públicos e particulares, dentre outros de uso e fruição coletivos e públicos.
Não é o que vem acontecendo na cidade. Nos bairros afastados das partes centrais e de certas áreas tidas como zonas mais nobres, o descarte de lixos e de materiais inservíveis é uma festa, festa de infestações de parasitas ou pestes, com elevado grau de contágio e contaminações de áreas verdes, nascentes e curso d’água. Falta educação de integrantes da população? Falta. Falta fiscalização? Falta também.
O vídeo feito na tarde dessa sexta, 15, comprova isso. Funcionários, visitantes e frequentadores do Lar de Ofélia e da UBS do Jardim Planalto convivem de perto com arremedos de lixões.
Alô, Boris Casoy: isso é uma vergonhaaaaaaaaaaa!







