PS “Álvaro Azzuz” retomará atendimento de pacientes gerais
Os atendimentos gerais serão retomados no Pronto-socorro Municipal “Dr. Álvaro Azzuz” a partir da próxima semana, no dia 05 de novembro. A informação foi anunciada pelo prefeito Alexandre Ferreira (MDB) em vídeo divulgado nas suas redes sociais na tarde desta quarta-feira, 27.
“O número de casos de covid tem diminuído em um ritmo acelerado. Este ano vivemos a fase mais crítica da pandemia e chegamos a registrar em média de 180 casos por dia, com picos de mais de 300 (casos). Agora são 34 em média por dia”, comemorou o prefeito.
“Temos 83% da população ao menos com uma dose da vacina (contra a covid-19) e com este avanço podemos reorganizar os atendimentos no PS Municipal e nas duas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) do Aeroporto e Anita. Aumentando a capacidade e quantidade de leitos para casos clínicos”, explicou.
No Pronto-socorro Municipal serão instalados mais 30 leitos clínicos que ficarão à disposição para o atendimento da população. Para os leitos serão utilizados os aparelhos que foram adquiridos pela Prefeitura para montar as UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) que funcionaram no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) durante a fase mais crítica da pandemia e foram desativados em setembro. As duas UPAs também receberam leitos.
“Já tínhamos uma boa estrutura nas três unidades, mas agora será melhorada. Teremos mais oferta de serviços de qualidade, com o mesmo cuidado que sempre dispensamos para os pacientes de UTI que estavam no PS ou na UPA quando foi preciso”, afirmou.
Os atendimentos de pacientes com suspeita da covid-19 seguirão sendo realizados no PS Municipal, em um espaço independente e separado dos casos gerais. Os testes continuarão a ser realizados normalmente.
“A guerra contra a covid ainda não acabou, por isso não deixe de completar o seu ciclo de vacinas, use máscara e evite a transmissão”, finalizou Alexandre Ferreira.
O Pronto-socorro Municipal passou a atender exclusivamente casos suspeitos da covid-19 na fase mais crítica da pandemia na cidade, no início de maio, quando centenas de pessoas com sintomas da doença passavam pela unidade diariamente em busca de atendimento. Franca viveu o auge de casos e mortes entre os meses de abril, maio, junho e julho deste ano.






