Menina de 5 anos tem pescoço cortado por linha com cerol em Franca e família faz alerta
Criança precisou levar pontos após acidente no Jardim Aeroporto 3; caso reacende discussão sobre os riscos da prática proibida

Um acidente que poderia ter terminado em tragédia deixou uma família em estado de choque neste fim de semana em Franca. Uma menina de apenas 5 anos sofreu um corte no pescoço provocado por uma linha com cerol enquanto brincava nas proximidades de sua residência, no Jardim Aeroporto 3.
O incidente foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o momento em que a criança corre pela calçada sem perceber a presença de uma linha atravessada na via. Ao entrar em contato com o material, ela sofreu um ferimento no pescoço.
A menina recebeu atendimento médico e precisou levar pontos no local do corte. Apesar do susto, ela passa bem e se recupera ao lado da família.
Um morador que presenciou a cena correu para ajudar a criança e conseguiu retirar a linha rapidamente, evitando que o acidente tivesse consequências ainda mais graves.
Abalada, a mãe da menina decidiu tornar o caso público para alertar outras famílias sobre os riscos do uso de cerol.
Segundo ela, o episódio evidencia um problema que continua colocando crianças, motociclistas, ciclistas e pedestres em perigo.
“Hoje aconteceu com a minha filha, mas poderia ter acontecido com qualquer outra criança. Falta consciência, respeito e responsabilidade”, relatou.
Prática é proibida e pode matar
O uso de cerol e de linhas cortantes é proibido por lei devido ao alto risco de acidentes graves. O material pode causar lesões profundas, mutilações e até mortes, especialmente quando entra em contato com motociclistas e pedestres.
Todos os anos, órgãos de segurança e saúde realizam campanhas de conscientização alertando sobre os perigos dessa prática, que continua sendo registrada em diversos bairros da cidade.
A família informou que pretende registrar boletim de ocorrência e encaminhar as imagens às autoridades para tentar identificar os responsáveis.
O caso reforça a necessidade de fiscalização e conscientização para evitar que situações semelhantes coloquem outras vidas em risco.






