Dia Mundial do Câncer: campanhas inspiram mudanças no tratamento

Hoje, 4 de fevereiro, é o Dia Mundial do Câncer. A data é uma campanha criada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) para inspirar mudanças e mobilizar ações mundo afora e por muito tempo. Por isso, a UICC utiliza como estratégia produzir campanhas com duração de três anos.
A nova campanha abordará as barreiras que impedem as pessoas em todo o mundo de terem acesso aos cuidados fundamentais para o controle do câncer e terá como tema a equidade no controle do câncer. O objetivo da campanha é mostrar a importância de termos um mundo com acesso a serviços de câncer melhores e mais justos para todos.
A Folha de Franca será parceira dessa divulgação e abrirá espaço para a campanha e para demais informações referentes ao tema. Então, você verá nesse portal e em todas as nossas redes sociais posts, stories, informativos a respeito do câncer, do tratamento e do acesso ao tratamento. Se você tem uma história para contar sobre o assunto, fale com a gente.
Outras campanhas também têm sido idealizadas, como a do professor e cientista @dr.vandersonrocha: “Um presente para a pesquisa brasileira para o Câncer do Sangue”. A campanha do professor recebeu o apoio da empresária Luiza Helena Trajano, que é presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e fundadora do Grupo Mulheres do Brasil (Veja o vídeo que Luiza Helena gravou sobre o tema abaixo).
A campanha
O primeiro ano da campanha da UICC apresentará e explicará como as inequidades durante toda a linha do cuidado oncológico afetam o controle do câncer em todo o mundo:
- A falta de equidade no controle do câncer afeta a todos;
- Pessoas que buscam atendimento oncológico encontram barreiras a cada passo;
- Renda, educação, local de moradia e discriminação (por etnia, gênero, orientação sexual, idade, deficiência e estilo de vida) são apenas alguns dos fatores que podem afetar negativamente o atendimento a pacientes do câncer.
Contudo, tais barreiras não são definitivas e podem ser alteradas. Por isso, 2022 será o ano em que a campanha questionará o status quo para ajudar a reduzir o estigma. Assim, podemos construir uma visão mais justa do futuro – um futuro no qual as pessoas sejam mais saudáveis e tenham melhor acesso a serviços de saúde e de controle do câncer, não importando onde nasçam, cresçam, envelheçam, trabalhem ou vivam.




(Fonte INCA: Instituto Nacional de Câncer)







