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Crise na Prefeitura? Quatro quedas no alto escalão do governo Alexandre Ferreira em pouco mais de um mês

Como diz o ditado popular, “algo de errado não está certo na Prefeitura de Franca”. No intervalo de pouco mais de um mês, foram quatro baixas em postos relevantes no governo de Alexandre Ferreira (MDB). Oficialmente, as quedas se deram por “motivos pessoais” ou “de saúde”. Os motivos, na verdade, estariam ligados à baixa produtividade.

No dia 7 de fevereiro, o prefeito oficializou a primeira troca de secretário em seu governo. Responsável pela Secretaria de Saúde, Lucas Souza caiu e deu lugar a Waléria Mascarenhas. Os dias que antecederam a demissão de Lucas foram marcados por lotação e longa espera para atendimento nos prontos-socorros e Upas.

No dia quatro de março, o prefeito exonerou o seu chefe de gabinete, José Conrado Netto. Fernando Baldochi assumiu o posto com o desafio de melhor o atendimento.

Ontem, o advogado Éder Brazão foi exonerado da Secretaria de Meio Ambiente e deu lugar ao engenheiro Rui Engrácia Garcia Caluz. Brazão conviveu com constantes críticas em relação à zeladoria da cidade. Todos os dias há reclamações de mato em terrenos e calçadas. Na câmara de vereadores diversos parlamentares têm feito pedidos reiterados para a limpeza de locais públicos após reclamações de moradores. Para justificar sua saída, Brazão alegou problemas de saúde.

A quarta baixa seguida no governo de Alexandre Ferreira ocorreu na manhã desta terça-feira, quando a chefe da Vigilância Sanitária, Mariela Fonseca Toscano, saiu da função. Mariela disse que não teve nenhum problema e que pediu para sair porque recebeu uma proposta melhor de emprego.

Alessandro Macedo

É jornalista e editor da Folha de Franca

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