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Casal de rappers vai ensinar alunos da rede pública a compor

Os rappers de Franca Professor Fernando Renato Pesarini e sua esposa Susane Silveira Galdino Alves Pesarini vão ensinar um grupo de 15 alunos de 15 e 16 anos de idade a comporem músicas de Rap. A iniciativa faz parte de um curso livre da Escola Estadual Luís Paride Sinelli e é um dos muitos cursos oferecidos na instituição para atrair os jovens para atividades extracurriculares.

A professora Márcia, uma das envolvidas com o projeto na escola, disse que serão aulas semanais e a ideia é que daqui a seis meses os alunos apresentem seu próprio Rap. Fernando e Susane, conhecidos como FRP e Mana Sul, são do grupo Falange C Hip Hop, focado em Rap cristão. “A nossa eletiva no Feirão foi ‘Rap: a voz da periferia’. E ficamos felizes de contar com o workshop do Professor Fernando e de sua esposa, Susane. Eles deram uma lição de vida e conhecimentos do Rap. Trouxeram aparelhagens utilizadas em shows e os alunos puderam se familiarizar com os equipamentos. A Mana Sul dançou break e a apresentação foi um sucesso! Os alunos puderam ver o FRP em ação e já aprender técnicas de como fazer o Rap. Foi sensacional”, disse, empolgada, a professora Márcia.

As professoras responsáveis pelo projeto – Márcia (Inglês/Protagonismo Juvenil), Priscila (Matemática/Física) e Marina (Sociologia/Filosofia) – estão empolgadas com o aprendizado que essa atividade vai proporcionar aos alunos. “O projeto escolar se chama Eletiva, é uma proposta de estudo elaborado pelo professor que visa o Projeto de Vida. O feirão de Eletivas é um momento importante para que o aluno decida o que irá cursar no 1º semestre de 2022. E o curso apresentado pelas professoras: Marcia, Marina e Priscila foi o Rap: a voz da periferia. Funciona assim, foi feito um feirão na escola em que todos os professores apresentam um determinado assunto. Depois desse feirão, os alunos escolhem de qual projeto querem participar. Apresentamos a proposta do Rap e nosso grupo agora tem 15 alunos que terão aulas práticas e teóricas a respeito do RAP”, explicou a professora Márcia.

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