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Cão que Mia pede ajuda para manter atendimentos

O grupo Cão que Mia, um dos mais conhecidos em Franca pelo trabalho que realiza de resgatar animais abandonados e dar a eles um tratamento digno, atravessa um momento muito difícil, devido ao grande número de animais atendidos e os custos, que subiram.

O grupo cuida de centenas de animais, tendo muitos animais idosos. Só com alimentação diária de mais de 270 animais, a Cão que Mia gasta de R$ 700.

“Hoje precisamos de 12 mil reais mensais em doações para que o atendimento continue”, disse

Maria Luísa Pereira Rosa, fundadora da Cão que Mia. Ela conta que já conseguiu, em outros momentos, arcar com até 80% de todos gastos, mas que com a alta no preço da ração, hoje seu orçamento pessoal não cobre nem 30% do necessário para manter os atendimentos. “Sou funcionária pública aposentada. Minha aposentadoria vai toda para o grupo Cão que Mia, mesmo assim, ainda temos dívidas. Entre custeio com alimentação, remédios e veterinários, nossa dívida chega na casa dos 10 mil reais” revela Maria Luísa.

Além da ajuda financeira, Maria Luísa trabalha para que os animais dos quais cuida encontrem novos lares.  “Conforme minha idade vai avançando, sinto que vai ficando cada vez mais difícil lidar com essa alta quantidade de quase 300 animais. O ideal seria que eles fossem adotados”, disse ela.

Nesse sábado, inclusive, a Cão que Mia realiza uma feirinha de adoção. Os animais estarão expostos na Avenida Major Nicácio, na praça ao lado da Terra Pet, das 9h30 às 13h

Você também pode ajudar doando qualquer quantia para comprar a ração dos animais em uma das contas que constam no banner abaixo:

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