Mulher é presa em São Carlos durante operação da Polícia Federal contra exploração sexual infantil na internet
Suspeita de 36 anos foi detida no bairro Cidade Aracy durante a segunda fase da Operação “Olho de Tandera”; celular ligado à investigada teria sido usado para acessar e compartilhar material ilícito

Uma mulher de 36 anos foi presa na manhã desta quarta-feira, por volta das 6 horas, durante uma operação da Polícia Federal realizada no bairro Cidade Aracy, em São Carlos (SP).
A ação foi conduzida por agentes da Delegacia da Polícia Federal de Araraquara e integra a segunda fase da Operação “Olho de Tandera”, que investiga crimes relacionados à exploração sexual infantil na internet.
De acordo com as informações apuradas, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal de São Carlos contra a suspeita, que foi localizada em sua residência no bairro Cidade Aracy.
Durante as investigações, a Polícia Federal identificou que um telefone celular vinculado à mulher teria sido utilizado para acessar e compartilhar conteúdos envolvendo crianças em situações de exploração sexual. No aparelho, segundo os investigadores, foram encontradas diversas imagens e registros de comunicações relacionadas ao material ilícito.
Após ser detida, a mulher foi encaminhada para a sede da Polícia Federal, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Em seguida, ela foi levada ao Centro de Triagem de São Carlos, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A suspeita deverá passar por audiência de custódia, momento em que a Justiça analisará a legalidade da prisão e decidirá sobre a manutenção da medida cautelar.
Durante depoimento, a mulher afirmou aos investigadores que não seria a responsável pelo uso do telefone celular, alegando que o aparelho era utilizado por sua filha, de 17 anos. A versão apresentada será agora analisada pela Polícia Federal, que dará continuidade às apurações para esclarecer quem, de fato, utilizava o dispositivo.
A Operação “Olho de Tandera” tem como objetivo identificar e prender pessoas envolvidas na produção, armazenamento e compartilhamento de material de exploração sexual infantil na internet.
As investigações seguem em andamento.






