Unifran desmente caso de suposto abuso sexual no campus; alunos cobram mais segurança

Durante está quarta-feira, 14, circulou pela internet e grupos de WhatsApp comentários a respeito de um suposto caso de estupro que teria acontecido na Unifran. O crime teria ocorrido na sexta-feira, 9, no Bloco Verde da instituição de ensino. A Unifran nega a violência sexual e diz que se tratou de uma discussão entre aluna e ex-namorado.

Porém, alunos acusam a universidade de estar tentando abafar a situação. De acordo com alguns relatos pelas redes sociais, o estupro teria acontecido após um rapaz, que não é aluno, ter invadido o prédio e violentado sexualmente uma estudante.
Após a repercussão inicial, principalmente no Instagram e Twitter, estudantes da Unifran passaram a cobrar um posicionamento da instituição, alegando que pagam mensalidades absurdas enquanto não têm nem segurança. “Segurança da Unifran é pra pegar a gente fumando um paieiro no estacionamento pq de resto ou estão parados conversando entre si ou estão olhando as alunas… #faleitoleve“, comentou um aluno na página Observa Unifran, no Intagram.
Outra aluna comentou: “E cadê segurança? Ele não deveria nem ter entrado, se não é aluno!!!
Qualquer pessoa entra lá na universidade. Por que não coloca catraca na entrada, pra permitir só os alunos e professores terem acesso?”
Além das cobranças por uma segurança, os alunos também têm acusado a universidade de omitir a história para não prejudicar a imagem da instituição.
A Universidade desmentiu que houve violência sexual dentro do câmpus e disse que, por meio de apuração detalhada, foi verificado que se trata de um incidente particular envolvendo uma aluna e seu ex namorado dentro do campus e que a segurança da instituição agiu de forma rápida.
A universidade disse, ainda, que “a aluna está recebendo todo o suporte necessário por parte da instituição, que preza pela segurança de seus alunos e de todos os que estão no campus”.
Os alunos se organizaram através das redes sociais e fizeram uma manifestação para cobrar uma posição mais firme e reforço na segurança. O protesto aconteceu em formato de passeata a partir das 19h10, nesta quarta-feira, 14, durante o início das aulas no período noturno.
*Matéria atualizada às 21 horas.







