Filha de Putin

Em um universo tão grande
Estão criando corredores humanitários.
É fome incessante de poder que se expande
Na liquidez de invejar protozoários.
Voltando o pensamento ao início,
Ao Éden e à sua cosmovisão,
Encontramos um Criador propício
A guiar a criatura no fruto e multiplicação.
A serpente que enganou a parceira
Devia ser grileira ou jeitosa invasora.
A sujeição seria da terra parideira;
Ao semelhante a paz libertadora.
O domínio nosso sobre os peixes
E quanto às aves dos céus, também,
Pela ganância nos contam em feixes
A serem abatidos aqui, ali e além.
Arrumaram um cessar-fogo, cara,
No chão, no mar e nas alturas!
Para fugirmos de casa, o ataque para.
Em vida nos asseguram a sepultura.
Essas mesmas zonas de conflito
Foram um dia nossas moradias.
Do palácio do Kremlin, o boçal de arenito,
Acha que Kiev é clínica de psicoterapias.
O Biden estica bem as vistas
De olho na sua balança comercial.
O de olhos amendoados, de comunistas,
Copia o arquiadversário, pelo capital.
Fechar o espaço aéreo, ô louco,
É a extensão geral da guerra!
Como o grito do igual ficará rouco,
O acerto de contas não será na terra.







Triste poesia😪 real! Filha de Putin!