Servidores da Câmara de Pedregulho são alvo de operação contra fraude em concurso público
Durante a Operação Interpares, policiais recolheram computadores, celulares e documentos nos locais, inclusive na sede da Câmara

Por suspeita de fraude em concurso público de 2022, a Polícia Civil de Pedregulho deflagrou na manhã desta quinta-feira, 11, a Operação Interpares, buscas e apreensões em endereços de servidores da Câmara Municipal de Pedregulho (SP).
Os policiais recolheram computadores, celulares e documentos nos locais, inclusive na sede da Câmara.
A operação não resultou em prisões, mas os servidores envolvidos podem ser condenados a penas de um a quatro anos de cadeia.
Qual é a punição para quem frauda um concurso público?
Segundo o Código Penal Brasileiro, fraudar concurso público é um crime contra a fé pública, que pode ser punido com reclusão e multa. A pena varia de acordo com as circunstâncias do caso, mas pode chegar a oito anos de prisão se houver dano à administração pública ou se o autor for funcionário público.
Além disso, o fraudador pode ser proibido de inscrever-se em outros concursos, avaliações ou exames públicos.









