Equilibristas da luz

As dores. Os alívios. A força da vida, da família, do cotidiano…
Cigarro que cai seco no chão. O beijo suspirado que sai imperceptível. O abraço que não se sente.
Chega o alívio: sorrisos conjugados, comungados, identificados! O brilho aquece os corações, antes adormecidos na mecânica dos dias e noites sem fim.
É festa! É amor! É luz! É vida! Brindes às lágrimas explosivas e implosivas também. Foram libertadas no furor de alegria em união ao divino, o eterno!
No vai-e-vem de nossa atemporalidade, somos muito mais quando juntos: o amor se reforça; os laços se apertam e a vida grita em continuidade.
O cotidiano é a gama que envolve a mecânica quase sem sentido do dia-a-dia e também a singeleza dos encontros que dão sentido à vida.
Que esta força nos guie, pois estamos sempre à beira do abismo, equilibrando sonhos e realidade numa corda bamba, mas repleta de luz!







