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Franca participa da 5ª Caminhada pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas

A violência contra a mulher é um problema grave que diz respeito a toda a sociedade. O Grupo Mulheres do Brasil, por meio do seu Comitê de Combate à Violência contra Mulheres e Meninas, faz um alerta para esse tema global e convoca a população para participar da 5ª. Caminhada pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, que acontece neste domingo, dia 4 dezembro, em várias cidades do país e no exterior. Em Franca, a caminhada será realizada no estacionamento da Expoagro, às 09h.

O Grupo Mulheres do Brasil Núcleo Franca convida, também, todos os familiares e amigos das mulheres que foram vítimas de violência a participarem dessa ação. “A violência contra a mulher não pode ser apenas uma questão de números e estatísticas. Não podemos deixar que tamanha epidemia seja banalizada. São mulheres, são órfãos, são mães e pais cujas filhas são assassinadas, são famílias e vidas destruídas pela violência. Só vamos parar quando zerarmos esses números, quando mais nenhuma mulher em Franca, no Brasil e no mundo for morta pelo desamor. Até lá, o Grupo Mulheres do Brasil seguirá firme nessa luta!”, disse Eliane Sanches Querino, líder do Grupo Mulheres do Brasil Núcleo Franca.

“Não podemos mais aceitar que uma mulher passe por uma situação de violência a cada dois minutos e, muito menos, que seja morta a cada 6 horas, simplesmente pelo fato de ser mulher. Por isso, a nossa Caminhada anual visa chamar a atenção da sociedade civil para que possamos lutar para erradicar toda forma de violência contra mulheres e meninas”, disse Luiza Helena Trajano, presidente do Grupo Mulheres do Brasil.

Ao todo, mais de 50 cidades devem participar desta grande mobilização. O Núcleo de Franca decidiu somar à caminhada uma série de atividades, de maneira a despertar maior atenção e adesão à ação. Por esse motivo, o domingo de caminhada vai contar com aula de zumba, forró, trio elétrico, personagens e distribuição de pipoca e picolé. (continua após a publicidade)


Unir forças

Para Elizabete Scheibmayr, uma das líderes do Comitê de Combate à Violência contra a Mulher, a participação da sociedade é muito importante para que se somem forças para exigir medidas efetivas para o combate à violência. “As mulheres em situação de violência precisam saber que não estão sozinhas e que não devem temer sair de uma situação abusiva”, ressalta a líder. E é importante saber que por situação abusiva, se compreendem todos essas circunstâncias abaixo:

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