Final dos 110m com barreiras no Troféu Brasil tem 3 marcas top15 do mundo

A vitória ficou com Rafael Pereira, semifinalista dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que até 2020 estava afastado do atletismo e trabalhando como fisioterapeuta, que bateu o recorde sul-americano. Ele correu a prova em 13s17, marca que o coloca na sexta posição do ranking mundial.
A prata ficou com Gabriel Constantino, o primeiro desse grupo a se destacar internacionalmente, que fez 13s23. Antigo recordista sul-americano com 13s18, ele fez a segunda melhor marca da carreira dele e assumiu o 12º lugar do ranking mundial.
E em terceiro lugar chegou Eduardo de Deus, que igualou seu recorde pessoal, feito em abril, de 13s27. Com essa marca, hoje ele é o 15º do mundo. E a prova no Nilton Santos não teve vento forte, com apenas 0,4 m/s, o que significa que o desempenho dos brasileiros veio na perna mesmo.
O resultado é ótimo para os padrões internacionais. Como comparativo, se tivessem feito essa marca nas semifinais de Tóquio, os três teriam se classificado com folga para as finais. Rafael com o segundo melhor tempo, Gabriel com o quarto e Eduardo com o sétimo. Para a medalha olímpica, porém, ainda faltaria um pouco mais. Com 13s17, Rafael seria sexto na Olimpíada.






