Acusado de matar Thainara e esfaquear ex-companheira se apresenta à DIG e é preso em Franca
Alberto Nunes Rodrigues Neto, de 26 anos, estava sendo procurado desde o crime no Jardim Guanabara e teve mandado de prisão temporária cumprido nesta segunda-feira (10)

O vigilante Alberto Nunes Rodrigues Neto, de 26 anos, acusado de matar a facadas Thainara Aparecida Almeida dos Reis, de 22 anos, e de ferir gravemente Jéssica Gomes dos Santos, de 26, apresentou-se à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Franca na manhã desta segunda-feira (10).
Alberto estava sendo procurado desde o crime, ocorrido na madrugada de 5 de agosto, no Jardim Guanabara. Contra ele havia um mandado de prisão temporária, que foi cumprido após sua apresentação à Polícia Civil.
Com isso, o investigado permanece preso e à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.
Crime aconteceu dentro de apartamento
O ataque ocorreu em um apartamento no Jardim Guanabara.
Segundo as informações levantadas durante a investigação, Alberto teria ido até o imóvel onde estava sua ex-companheira, Jéssica Gomes dos Santos. No local também estava Thainara, que mantinha um relacionamento com Jéssica.
As duas mulheres foram atacadas com uma faca.
Thainara sofreu ferimentos gravíssimos e chegou a ser socorrida, sendo encaminhada à Santa Casa de Franca. Apesar dos esforços das equipes médicas, ela não resistiu aos ferimentos.
Jéssica também foi atingida e ficou gravemente ferida, sendo encaminhada para atendimento médico.
Criança estava no apartamento
No momento do crime, uma criança, filha de Alberto e Jéssica, estava no imóvel. Ela não foi atingida durante o ataque.
A presença da criança no apartamento é um dos elementos que fazem parte da apuração da Polícia Civil sobre as circunstâncias do crime.
Câmeras registraram movimentação
Depois do ataque, Alberto deixou o local e passou a ser procurado pelas forças de segurança.
Segundo a investigação, ele teria fugido utilizando um Chevrolet Classic preto.
Imagens de câmeras de segurança também registraram a movimentação do investigado, incluindo sua entrada e saída do condomínio onde ocorreu o crime. As gravações passaram a integrar o conjunto de elementos analisados pelos investigadores.
Durante os dias seguintes ao ataque, equipes policiais realizaram diligências para tentar localizá-lo.
Suspeito se apresenta cinco dias depois
Cinco dias após o crime, Alberto se apresentou na manhã desta segunda-feira à DIG de Franca.
Como havia contra ele um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça, a ordem foi imediatamente cumprida.
A prisão temporária é uma medida cautelar e não representa condenação. O investigado continuará submetido ao processo legal, com direito à defesa.
A Polícia Civil prossegue com a investigação para esclarecer todos os detalhes do ataque e reunir os elementos que deverão subsidiar o andamento do caso na Justiça.







