No tour

Não basta ser francano. O bom é amar a cidade natal, e a que lhe acolhe.
Distante de bairrismos, números são eloquentes quanto ao que é a Terra das Três (que brinco, três-entas!) Colinas, abençoadamente instituída ao nordeste do estado de São Paulo e fazendo divisas com desenvolvidas e tipicamente interioranas cidades do sul de Minas.
Nos seus duzentos anos, Franca conquista um reconhecimento que a coloca em evidência no cenário nacional: localizada no Estado de São Paulo, Franca foi eleita a 2ª melhor cidade do Brasil para se viver, segundo um estudo divulgado pela sexta edição do estudo Desafios da Gestão Municipal (DGM), publicado pela consultoria Macroplan no fim de 2024.
Em matéria recente no portal GMC, Camila Maciel destaca a importância desse estudo, que analisou áreas sob influência da gestão municipal, como: saúde, educação, segurança e saneamento/sustentabilidade.
Foram consideradas as 100 maiores cidades do Brasil, com população acima de 273.500 habitantes. Franca se destacou em diversas áreas, ficando atrás apenas de Maringá, no Paraná.
Um dos nossos orgulhos no campo acadêmico-universitário, a UNIFACEF repercutiu os predicados de uma cidade que se não pode esquecer pela hospitalidade e espírito de solidariedade de seu povo.
Outras vozes
A qualidade de vida em Franca é marcada por sua infraestrutura urbana e ambiente tranquilo. Bairros como Jardim Consolação e Cidade Nova oferecem moradias confortáveis e acesso a serviços como o Hospital Santa Casa. Parques como o Parque Fernando Costa proporcionam lazer ao ar livre. O clima tropical, entre 18°C e 32°C, é ideal para quem aprecia calor. Eventos como a Feira Nacional do Calçado reforçam a comunidade vibrante. É o que opina a Revista Oeste, em sua edição de 06 junho 2025, na seção Turismo.
Já se disse que Franca é uma ilha de paulistas cercada de mineiros por todos os lados. Não seriam bandas, uai?
Pega carona comigo neste filminho. A entrada e o passeio são ‘de grátis’! kkk Neste Dia da Independência, digo que fico, por me orgulhar de ter nascido, por mão de parteira, numa estrada de chão batido, no bairro Pica-Paus, hoje, Avenida Champagnat, no que é a moderna Vila Industrial!







