
O esmalte foi no embrulho.
Boa de braço (mesmo o dolorido!), ótima de cinismo.
Convenhamos, nervosíssima para travar na pose.
Está pelando de medo de perder o mandato de deputada federal a Sra. Camila Bazachi Jara Marzochi.
Não esboça aparência de quem distingue o fígado do intelecto.
O eleitorado, em seu contingente maior, desconhece uma vírgula de propositura legislativa ou de lei e o que a isso corresponde dessa obscura parlamentar.
Novinha, com condutas atrevidas, como dos velhos lobos, hienas e paquidermes do Congresso. Censuráveis, ela e aqueles.
Tendo criado versão para escapar de sanção no Casa, não segurou a língua na boca e trouxe a verdade à tona, por ela mesma!
Ao vídeo!
O deputado federal Nicolas Ferreira, do PL-MG (que fala mais que a boca!), denunciou ter sido agredido pela deputada Camila Jara, PT do Mato Grosso do Sul, durante a reabertura dos trabalhos legislativos na Câmara dos Deputados, na noite de anteontem, 6.
Para quem quiser ver, as redes sociais veiculam este vídeo no qual a parlamentar aparece comentando o episódio com outras pessoas.
Com um bom e imparcial ouvido, sobe o som e ouve a guerreira na ‘troca das idéia’ com um chegado:
(Camila Jara): “Vamos bater no coleguinha? Eu continuou”.
(Seu amiguinho): “Continua”.
(Em seguida, a deputada acrescenta): “Vai ver meu braço aqui! Pior que eu dei e tava com o braço… foi com o braço doído.
A falta de decoro é instigada pela ‘falta de quórum’. O que vem alimentando vias de fato e outros barracos no Congresso Nacional e, portanto, no Senado Federal também.
Logo, Ratinho poderá transmitir sua atração de investigação de paternidade, por DNA, do egrégio plenário daquele Parlamento. A plateia está garantida.
A audiência, idem.
A impunidade, já dizia o grande filósofo grego nascida em Minas e criado em Sumpaulu Epaminondas Papadopoulos da Silva e Silva: “a criminalidade aumenta pela certeza da impunidade; tenho dito.”
É, à nobre deputada, em seu primeiro mandato, seria aconselhável retornar para os bancos de sua graduação em Ciências Sociais, para rever seus conceitos e ações, com as quais se empenhe em ser realmente capaz de analisar e interpretar fenômenos sociais, políticos e culturais fora da Academia, no embate próprio do Parlamento.
Ou desaprendemos tudo o que coopera para o salutar convívio social.
[i] Imagens do @portalgp1







