ColunasInspirados

Véu aberto

Braços,

atinentes ao desespero,

consagram a indecência de viver.

Em vozes repetidas,

de dor e alegria,

traço rotas indescritíveis.

De alto a baixo,

cego as vertigens.

Tomam o coração!

Sigo.

Em placidez, fúria…

Sem destino!

Labirintos floridos

se espalham

no apontar da bússola…

Norte desorientado,

crio espaços,

distâncias…

Deixo, onde passo,

alegria salgada.

São lágrimas – que não calo.

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